“Fazer a diferença” tem sido um termo muito usado ultimamente por pessoas e empresas.
É comum ouvir profissionais afirmando que querem “fazer a diferença” em seus ambientes de trabalho e ouvir empresas apregoando que “fazem a diferença” no contexto em que se inserem. Porque vivemos em um mundo globalizado, é muito comum também ouvir de empresas (especialmente as de Internet), que querem “fazer a diferença no mundo”.
Mas o que é que significa “fazer a diferença”, afinal?
Andamos tão atolados no corre-corre diário que muitas vezes deixamos de “fazer a diferença” para alguém que está ao nosso lado, na rua, na empresa, no shopping, na vizinhança, e nos interessamos em “fazer a diferença” para aqueles que estão a alguns milhares de quilômetros e a quem provavelmente jamais veremos pessoalmente.
Eu acredito que “fazer a diferença” é mais simples do que muitas vezes somos levados a crer. De certa forma, quando Gandhi disse “seja você mesmo a mudança que deseja ver no mundo” ele nos deu uma pista, que eu entendo assim:
1 - “fazer a diferença” é deixar de cuidar apenas de nossos próprios interesses e passar a cuidar também do bem comum. Veja que não é para deixar de cuidar dos nossos, mas deixar de cuidar apenas dos nossos!
2 – “fazer a diferença” significa transformar nosso jeito “eu” em um jeito “nós” e reconhecer que não estamos interconectados apenas pelas tecnologias atuais, que tanto facilitaram nossas vidas nos contextos de comunicação e difusão de informações e conhecimentos, mas que estamos – todos, sem exceção – interconectados pelo nosso sistema base de vida, pelos sistemas sociais, econômicos e também espirituais.
Cuidar do bem comum é cuidar dos interesses de “nós” e não apenas de “eu” e pode, sim, ser feito por indivíduos e por empresas. E o trabalho pode – e deve - começar no quintal de casa. É como já diz a famosa frase “Pense global e aja local”.
Se você também tem vontade de fazer a diferença, pense sobre isso. E se estiver em posição de influenciar o comportamento de sua empresa, mesmo que só em uma parte dela, também.
A questão que fica é: qual o primeiro passo que você(s) pode(m) dar para começar a realmente fazer a diferença?
Já sabe a resposta? Aja!

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